quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
'' O mesmo céu ''
Escrevi o teu nome na nuvem mãe
que suavemente atravessa o espaço
ainda sinto o cheiro da tua pele
ainda te revejo em tudo o que faço
Como um poema de aguarela
guardo enfim o primeiro encontro
mostrei-te que o sonho pode queimar
ao perder-me nesse teu assombro
Pediste a utopia rebelde de um luar
e eu pedi o desejo de te encontrar em mim
esquecemos que o tempo não dorme
e todas as histórias têm um fim
Esta ausência de ti vem sufocar-me
ainda tenho o meu olhar preso no teu
será o mundo um dia capaz de parar
para nos ver sonhar o mesmo céu?
( 08.05.2006 )
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